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terça-feira, 7 de julho de 2015

Resumo: Alfabetização- método sociolinguístico


Resumo: Alfabetização- método sociolinguístico
Na verdade esse tema aborda diversos trechos, na compreensão de alfabetizar, utilizando de ferramentas indispensáveis para o desenvolvimento do educando. Para entender melhor o texto de Paulo freire, que também se depara com a participação de outros autores, os quais ajudam ao leitor a pensar em diversas maneiras de metodologias, principalmente aquele que está se especializando para ser um profissional capacitado.
Ao longo do texto, pude perceber que vários de seus tópicos dizem a mesma coisa e achei melhor especificá-los de forma suscinta, em que falarei de cada um, mas diretamente, são eles:
3.1 Concepção sociolinguística do método Paulo Freire de alfabetização
- codificação
Descodificação
Analise e síntese
Fixação da leitura e escrita
3.2 Escolha das palavras geradoras
3.3 Fundamentos sociológicos do método Paulo freire, nos passos da “codificação” e da “ descodificação” da palavra geradora
3.4 Fundamentos linguísticos do método Paulo freire: evolução da escrita, fonética e fonologia, sistema gráfico e ortográfico e aspectos linguísticos da psicogênese da língua escrita, no passo de analise e síntese da palavra geradora
4 Como implementar o método sociolinguístico de alfabetização: consciência social, silábica e alfabética
4.1 Sugestões preliminares para a prática de alfabetização
4.2 Orientação para implementar o método sociolinguistico de alfabetização atraves da palavra geradora
Desenvolvimento das atividades para alfabetização
  1. Nas unidades de alfabetização


  1. A palavra geradora ESCOLA
  2. As atividades didáticas de nível pre- silábico
  3. As atividades didáticas de nível silábico
  4. As atividades didáticas de nivel alfabético.
Segundo ao que foi estudado é que Paulo freire tem a esperança na inclusão social, para que os analfabetos tenham domínio em ler e escrever, assim torna-se cidadãos participativos, há inúmeras atividades essenciais de alfabetização, assim como os conteúdos sociológicos e linguísticos que são adquiridos na descrição e releitura, utilizando níveis pre-silabico, silábico e alfabético, esses métodos designam da palavra geradora atraves da decomposição das silabas e combinação, em que são geradas novas palavras.
Quando pensamos em codificação, logo temos a ideia de produzir mensagens , expresso da palavra geradora, por meio da oralidade, desenho, dramatização, mimica, música e de outros códigos.
Já a descodificação diferente de decifração dos signos, está ligada a leitura, ou releitura da realidade para compreender o mundo, em busca da discussão critica e do subsiduo do conhecimento universal, como na ciência, arte e cultura.
O ideal é procurar analisar e sintetizar a palavra escrita da palavra falada, na divisão de outras palavras em silabas, na apresentação de suas famílias silábicas, levando o alfabetizando a entender os processos e os significados das palavras.
Fixar a leitura e a escrita também são muito importantes para a revisão da analise de silabas, fazendo descobertas, usando fichas, no intuito de formar novas formas de aprendizagem, entendendo as frase e textos com leitura e escrita significativa.
A palavra geradora busca suprir as necessidades impostas em que são colocadas para o educando aprender, ela requer que as pessoas insistam em torna-se leitores de mundo e sinta-se como qualquer outro, não como seres desfavorecidos só porque são analfabetos. As atividades orais asseguram palavras geradoras lidas a um texto comunicativo, descrito pela pesquisa linguística, sofrendo mudanças , no espaço, tempo, e nas camadas sociais e de individuo para individuo, apresentando relações entre letras e sons.
No texto observamos as ideias de outros autores, apoiados por Paulo freire:
“ O processo de alfabetização, qualquer que seja sua metodologia ou proposta, exclui os passos da “codificação” e da” descodificação”, iniciando-se unicamente pela letra, pela silaba ou pela palavra, pela frase, ou ainda pelo texto, tornar-se-a- mecânico, porque tal método ou didática, excluem a reflexão sobre a sociedade e o momento histórico em que estão inseridos”(smolka 1988).
Assim ganha a relevância a dimensão discursiva da alfabetização, que funda e transforma a relação de ensino na escola. O professor pode elaborar e realizar diversas atividades seguindo a estrutura do método Paulo freire, partindo dos conhecimentos e experiências dos alunos, que favoreçam a capacidade de refletir e de conscientizar-se, criando espaços da interação social na sala de aula.
Enfim, os passos da codificação e descodificação desenvolvem pela competência comunicativa do aluno, atraves dessas linguagens, em especial a oralidade, constituem articulação para analise da palavra geradora escrita e não só estratégia para a conscientização dos alfabetizandos.
Embora a preocupação em alfabetizar, fica bem claro no texto em alguns momentos, podemos observar que a escola publica ainda passa por inúmeros fracassos na aprendizagem dos educandos, e que não estão preparados em níveis de escolaridade, ou seja, muitas vezes passam de ano por causa da idade e vão para uma outra série em que desconhecem o assunto, afinal ainda não aprenderam e por essa razão não podem ainda avança-los.
Em adultos analfabetos, notamos as características dessa fase, quando decifram o nome do ônibus, os letreiros, as palavras “hospital”, “globo”, agem com uma certa autonomia, sem pedir para os outros lerem para eles, são manifestações do variado grau de letramento que a criança e o adulto analfabeto, já apresentam, pois não são totalmente iletrados.
Na verdade para facilitar na aprendizagem dos alunos em ler e escrever é indispensável também que o alfabetizador conheça as características sociolinguísticas, fonéticas e fonológicas, ou seja entender a realidade do aluno, de acordo com sua fala e classe social, valorizar o sutaque de sua língua.
O processo de alfabetização não é nada fácil, por isso que o alfabetizador precisa está motivado, além a competência, no que for ensinar, como todos já sabem inicialmente o professor introduz as letras, partindo do alfabeto, em que essas letras podem ser tiradas de revistas, panfletos publicitários, utilizando atividades de pintar, espaços entre palavras, identificação, recorte e colagem de letras entre outras.
Com as diversa letras, podemos brincar de fichas de descobertas, motivando o discente a participar da aula, despertando, seu ato poder de curiosidade, veja o exemplo retirado do texto lido:
Analise: ES-CO-LA
AS- IS - ES – US- OS
CA- QUI- QUE- CU- CO
LA- LE-LI- LU-LO
  1. I- E –U -O


Sintese:


COLA CALO LEQUE QUIOSQUE
CUECA LUA ELE AQUILO CAQUI


A faixa etária dos alfabetizandos, é possível alfabetizar tanto crianças como adultos, daí a semelhança e as coincidências dos exercícios desenvolvidos, as atividades de nível pre-silabico, explora a relação som, grafia, afim de auxiliar a criança e o adulto a fixarem que a letra qual som, as atividades silábicas mostram os alunos que grafam apenas uma letra para cada silaba pronunciada, já as atividades de nível alfabético, visam aprimoramento das habilidades de leitura e de escrita significativas.


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