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terça-feira, 7 de julho de 2015

Reflexão: um ano vivendo como pibideira


Reflexão: um ano vivendo como pibideira


Olá gente quero transmitir a todos vocês que também são blogueiros, a imensa gratificação que tenho pela professora e coordenadora do nosso pibid Simone Lucena .A mesma não negou a nenhuma de suas alunas a participação no eixo de formação do professor e tecnologias, confesso não era e nem sou ápta no mundo virtual, mas o que importa mesmo é que tive a oportunidade de participar do projeto, e que ninguém nasceu sabendo, por essa razão, não vivo desestimulada, estou incluída, porque posso aprender, e como sou insistente, não desisto até conseguir, para isso trabalhamos em grupo, um fortalecendo o outro, e assim passamos pelas escolas, com o intuito de transmitir conhecimentos e absorver também.
Durante esses 12 meses fazendo parte do pibid, pude perceber, que não é, nada fácil também, ser um bom professor, para isso é preciso garra, determinação, busca em querer aprender, pesquisar, e sempre está por dentro de tudo que acontece em nosso redor, vivendo nossas práticas, no eixo, tornei mais experiente e certa de como seriam minhas aulas no estágio, além disso espantei o fantasma do medo ou da timidez quem sabe, pois ficar em frente a uma turma de mais de 20 alunos é complicado, mas na verdade tudo não passa de meras ilusões, afinal tudo acaba dando certo, basta nos prepararmos quando for executar algum trabalho em sala de aula ou a um ambiente qualquer, como por exemplo : uma entrevista de emprego.
Nossas praticas, foram bastante proveitosas de conhecimentos, e especificações, fizemos curso, com certificado com uma carga de 180 horas, executamos diversas atividades para trabalhar em sala de aula, fazemos relatórios de tudo que executamos, durante o projeto, além de ler textos na inspiração de nossos trabalhos, sem contar a apresentação de trabalhos, provenientes de nossas ações, seja nos encontros na universidade ou na área de ensino, tudo acompanhado de um cronograma do qual não podemos falhar. Ah, já ia me esquecendo das oficinas que realizamos a pouco tempo atrás, é, tivemos a chance de se passar por professor, e encontrar uma maneira de interagir com os alunos do sexto ano , os quais nos receberam super bem, além do enorme apoio que tivemos da professora de historia Iraci da escola Nestor carvalho, que por sinal é também nossa supervisora do pibid, mas precisadamente do meu grupo, os outros grupos participam de outras escolas com outras supervisoras, mas que supostamente está havendo uma troca.Assim, podemos conhecer e analisar as formas de trabalhos, tanto da escola 30 de agosto quanto da Eduardo Silveira.
Bem, por hoje é só, convido a todos, para expor suas ideias, e acrescentar outras experiências, praticas, que acabei não citando acima.
Ok, pessoal , estou aguardando novas postagens................


Resumo: Alfabetização- método sociolinguístico


Resumo: Alfabetização- método sociolinguístico
Na verdade esse tema aborda diversos trechos, na compreensão de alfabetizar, utilizando de ferramentas indispensáveis para o desenvolvimento do educando. Para entender melhor o texto de Paulo freire, que também se depara com a participação de outros autores, os quais ajudam ao leitor a pensar em diversas maneiras de metodologias, principalmente aquele que está se especializando para ser um profissional capacitado.
Ao longo do texto, pude perceber que vários de seus tópicos dizem a mesma coisa e achei melhor especificá-los de forma suscinta, em que falarei de cada um, mas diretamente, são eles:
3.1 Concepção sociolinguística do método Paulo Freire de alfabetização
- codificação
Descodificação
Analise e síntese
Fixação da leitura e escrita
3.2 Escolha das palavras geradoras
3.3 Fundamentos sociológicos do método Paulo freire, nos passos da “codificação” e da “ descodificação” da palavra geradora
3.4 Fundamentos linguísticos do método Paulo freire: evolução da escrita, fonética e fonologia, sistema gráfico e ortográfico e aspectos linguísticos da psicogênese da língua escrita, no passo de analise e síntese da palavra geradora
4 Como implementar o método sociolinguístico de alfabetização: consciência social, silábica e alfabética
4.1 Sugestões preliminares para a prática de alfabetização
4.2 Orientação para implementar o método sociolinguistico de alfabetização atraves da palavra geradora
Desenvolvimento das atividades para alfabetização
  1. Nas unidades de alfabetização


  1. A palavra geradora ESCOLA
  2. As atividades didáticas de nível pre- silábico
  3. As atividades didáticas de nível silábico
  4. As atividades didáticas de nivel alfabético.
Segundo ao que foi estudado é que Paulo freire tem a esperança na inclusão social, para que os analfabetos tenham domínio em ler e escrever, assim torna-se cidadãos participativos, há inúmeras atividades essenciais de alfabetização, assim como os conteúdos sociológicos e linguísticos que são adquiridos na descrição e releitura, utilizando níveis pre-silabico, silábico e alfabético, esses métodos designam da palavra geradora atraves da decomposição das silabas e combinação, em que são geradas novas palavras.
Quando pensamos em codificação, logo temos a ideia de produzir mensagens , expresso da palavra geradora, por meio da oralidade, desenho, dramatização, mimica, música e de outros códigos.
Já a descodificação diferente de decifração dos signos, está ligada a leitura, ou releitura da realidade para compreender o mundo, em busca da discussão critica e do subsiduo do conhecimento universal, como na ciência, arte e cultura.
O ideal é procurar analisar e sintetizar a palavra escrita da palavra falada, na divisão de outras palavras em silabas, na apresentação de suas famílias silábicas, levando o alfabetizando a entender os processos e os significados das palavras.
Fixar a leitura e a escrita também são muito importantes para a revisão da analise de silabas, fazendo descobertas, usando fichas, no intuito de formar novas formas de aprendizagem, entendendo as frase e textos com leitura e escrita significativa.
A palavra geradora busca suprir as necessidades impostas em que são colocadas para o educando aprender, ela requer que as pessoas insistam em torna-se leitores de mundo e sinta-se como qualquer outro, não como seres desfavorecidos só porque são analfabetos. As atividades orais asseguram palavras geradoras lidas a um texto comunicativo, descrito pela pesquisa linguística, sofrendo mudanças , no espaço, tempo, e nas camadas sociais e de individuo para individuo, apresentando relações entre letras e sons.
No texto observamos as ideias de outros autores, apoiados por Paulo freire:
“ O processo de alfabetização, qualquer que seja sua metodologia ou proposta, exclui os passos da “codificação” e da” descodificação”, iniciando-se unicamente pela letra, pela silaba ou pela palavra, pela frase, ou ainda pelo texto, tornar-se-a- mecânico, porque tal método ou didática, excluem a reflexão sobre a sociedade e o momento histórico em que estão inseridos”(smolka 1988).
Assim ganha a relevância a dimensão discursiva da alfabetização, que funda e transforma a relação de ensino na escola. O professor pode elaborar e realizar diversas atividades seguindo a estrutura do método Paulo freire, partindo dos conhecimentos e experiências dos alunos, que favoreçam a capacidade de refletir e de conscientizar-se, criando espaços da interação social na sala de aula.
Enfim, os passos da codificação e descodificação desenvolvem pela competência comunicativa do aluno, atraves dessas linguagens, em especial a oralidade, constituem articulação para analise da palavra geradora escrita e não só estratégia para a conscientização dos alfabetizandos.
Embora a preocupação em alfabetizar, fica bem claro no texto em alguns momentos, podemos observar que a escola publica ainda passa por inúmeros fracassos na aprendizagem dos educandos, e que não estão preparados em níveis de escolaridade, ou seja, muitas vezes passam de ano por causa da idade e vão para uma outra série em que desconhecem o assunto, afinal ainda não aprenderam e por essa razão não podem ainda avança-los.
Em adultos analfabetos, notamos as características dessa fase, quando decifram o nome do ônibus, os letreiros, as palavras “hospital”, “globo”, agem com uma certa autonomia, sem pedir para os outros lerem para eles, são manifestações do variado grau de letramento que a criança e o adulto analfabeto, já apresentam, pois não são totalmente iletrados.
Na verdade para facilitar na aprendizagem dos alunos em ler e escrever é indispensável também que o alfabetizador conheça as características sociolinguísticas, fonéticas e fonológicas, ou seja entender a realidade do aluno, de acordo com sua fala e classe social, valorizar o sutaque de sua língua.
O processo de alfabetização não é nada fácil, por isso que o alfabetizador precisa está motivado, além a competência, no que for ensinar, como todos já sabem inicialmente o professor introduz as letras, partindo do alfabeto, em que essas letras podem ser tiradas de revistas, panfletos publicitários, utilizando atividades de pintar, espaços entre palavras, identificação, recorte e colagem de letras entre outras.
Com as diversa letras, podemos brincar de fichas de descobertas, motivando o discente a participar da aula, despertando, seu ato poder de curiosidade, veja o exemplo retirado do texto lido:
Analise: ES-CO-LA
AS- IS - ES – US- OS
CA- QUI- QUE- CU- CO
LA- LE-LI- LU-LO
  1. I- E –U -O


Sintese:


COLA CALO LEQUE QUIOSQUE
CUECA LUA ELE AQUILO CAQUI


A faixa etária dos alfabetizandos, é possível alfabetizar tanto crianças como adultos, daí a semelhança e as coincidências dos exercícios desenvolvidos, as atividades de nível pre-silabico, explora a relação som, grafia, afim de auxiliar a criança e o adulto a fixarem que a letra qual som, as atividades silábicas mostram os alunos que grafam apenas uma letra para cada silaba pronunciada, já as atividades de nível alfabético, visam aprimoramento das habilidades de leitura e de escrita significativas.


PRIMEIRO DIA DE OFICINA


PRIMEIRO DIA DE OFICINA


 O primeiro dia de oficina ficou sob nossa responsabilidade: Marília e Tatiane Bispo.
 Na verdade esse foi  um momento muito divertido! A professora (supervisora) nos deu o maior apoio nos deixando a vontade. E assim trabalhamos como verdadeiras profissionais, aos poucos fomos interagindo e se adaptando a turma.
 Este foi um momento bastante proveitoso para nossa formação, pois nos aproximou da realidade escolar e nos fez realizar-se como futuras professoras!!!!!!
  O objetivo deste momento foi definir a época histórica denominada pré-história e refletir sobre como era a vida do ser humano em tal época. Para tanto foi feita a leitura e discursão de três pequenos textos e a apresentação e discusao do um vídeo Pre historia - parte 1 Periodo Paleolitico  disponivel em: http://www.youtube.com/watch?v=uot-NzGpFml&feature=related










Em outro momento dividimos a turma em 3 grupos e  entregamos a cada aluno uma tira de papel  com frases correspondentes ao tema da aula. Em seguida cada aluno leu o que estava escrito e depois que todos ja haviam lido, descutimos as frases e montamos um texto com as mesmas.