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quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Encontro de Pibideira(o)s


9 municípios sergipanos poderão ter as contas bloqueadas pelo TCE

Gestores terão até o dia 25 para comprovar a regularização dos salários dos servidores.
por Iane Gois
Em deliberação na sessão extraordinária do Pleno, ocorrida na última terça (22), conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE-SE) definiram pelo bloqueio de contas dos Municípios sergipanos que ainda estiverem com pagamento de servidores em atraso.
Segundo relatório da Diretoria de Controle Externo de Obras e Serviços (Dceos) apresentado pelo conselheiro-presidente Clóvis Barbosa, Cumbe, Gararu, Laranjeiras, Maruim, Pacatuba, Rosário do Catete, Santo Amaro das Brotas, São Cristóvão e Umbaúba permanecem com a pendência salarial e têm até o dia 25 para comprovar a regularização.

A extensão no prazo se deu mediante a aceitação, por parte do colegiado, da sugestão do conselheiro Carlos Alberto Sobral, que propôs a espera do recebimento dos valores de ICMS, verba repassada aos municípios no próximo dia 24.

"Houve esse fato novo do dinheiro do ICMS que está para entrar, então caso não efetuem o pagamento deverá ocorrer o bloqueio", destacou o conselheiro-presidente Clóvis Barbosa de Melo, lembrando que ficou acertada também a realização de nova sessão extraordinária do Pleno para tratar do tema já na próxima segunda-feira, 28.

No caso dos municípios que já estão com contas bloqueadas pelo Judiciário, os conselheiros decidiram pela não inserção na determinação, realidade vivida em Aquidabã, Telha, Poço Redondo e Japoatã. No caso de Aracaju, uma recente decisão liminar do desembargador Cezário Siqueira Neto já obriga a PMA a regularizar o pagamento dos servidores ativos, aposentados e pensionistas.
Fonte: Ascom/TCE
creditos:http://itnet.com.br/noticia/31670/9-municipios-sergipanos-poderao-ter-as-contas-bloqueadas-pelo-tce

NAT oferece vagas para técnicos de diversas áreas

23/11/2016 07h24 - Atualizado em 23/11/2016 07h24

NAT oferece vagas para técnicos de diversas áreas

Pessoas com deficiência tem oportunidade de técnico de enfermagem.
Para preencher as vagas é necessário ter cadastro no NAT.

Do G1 SE

O Núcleo de Apoio ao Trabalho (NAT) informou nesta quarta-feira (23) as oportunidades de emprego formais em Sergipe. Há vagas para auxiliar técnico de celular, técnico de impressoras multifuncionais, técnico em eletromecânica, com ensino médio e seis meses de experiência.
Para pessoas com deficiência, operador de telemarketing, técnico em enfermagem, vigilante, com ensino médio, mas não é exigida experiência.
Para o preenchimento das vagas, o cadastro deve ser aprovado. É preciso apresentar os seguintes documentos na sede ou nos postos de atendimento do Nat: carteira de trabalho, CPF, RG e comprovante de residência.
A sede do NAT fica na Rua Santa Luzia, 680, no Bairro São José em Aracaju. Mais informações através dos telefones (79) 3198-0507/0509.

Angelo Antoniolli será reconduzido ao cargo de reitor da UFS nesta quinta-feira em Brasília

Iara Campelo assumirá o cargo de vice-reitora no dia 6 de dezembro
Na próxima quinta-feira, 24, às 15h, ocorrerá em Brasília a recondução ao cargo para o segundo mandato de Angelo Roberto Antoniolli, para o período 2016-2020. Na cerimônia também serão empossados o reitor da Universidade Federal de Rondônia, Ari Miguel Teixeira Ott, e a reitora da Universidade de Brasília, Márcia Abrahão Moura.
Em maio deste ano, a chapa “Somos todos UFS”, composta por Angelo Antoniolli e Iara Maria Campelo foi aprovada com 75% dos votos em consulta eleitoral através da participação de docentes, técnicos-administrativos e estudantes da UFS.
Iara Campelo assumirá o cargo de vice-reitora no dia 6 de dezembro, sendo o dia 5 do mesmo mês o último do mandato de André Maurício, atual vice-reitor. A cerimônia de posse de Iara acontecerá na UFS, ainda sem data definida.
Currículos do reitor e vice-reitora
Angelo Antoniolli nasceu em Itapeva, São Paulo, em 7 de março de 1958. Foi vice-reitor da UFS por dois mandatos (2004-2012). É graduado em Farmácia pela USP e tem Doutorado em Farmacologia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP). É professor associado do Departamento de Fisiologia, do Núcleo de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas, do Núcleo de Pós-Graduação em Medicina da UFS e do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia (Renorbio).
Iara Campelo é graduada em Pedagogia pela UFS, Especialização em Psicopedagogia pela Faculdade de Estudos Sociais Aplicados de Aracaju, possui mestrado em Educação pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e Doutorado em Educação pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). É professora adjunta e diretora do Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH) da UFS.
Ascom
comunica.ufs@gmail.com

UFS abre novas inscrições para o exame de proficiência TOEFL

Prova é gratuita para alunos e servidores
O Inglês sem Fronteiras (IsF) informa que foram abertas novas vagas para a prova gratuita do TOEFL ITP a ser realizada na UFS para alunos e servidores.
A realização das provas possibilita a certificação de avaliação diagnóstica do conhecimento de Inglês, serve de certificação internacional de proficiência de línguas, bem como pode ser a porta de entrada para os vários programas de desenvolvimento linguístico lançados pelo MEC.
Não há aprovação ou reprovação.Todos os inscritos receberão um "score" contendo a pontuação obtida e que será utilizado como atestado de proficiência do candidato. É uma forma de avaliação periódica do desenvolvimento linguístico, uma vez que uma nova prova pode ser realizada a cada semestre.
As provas do TOEFL são importantes para a participação dos cursos presenciais do Inglês sem Fronteiras. Somente com matrícula ativa no My English Online ou com a realização do TOEFL é possível se inscrever para as aulas presenciais.
As inscrições para a prova são feitas pelo site do Inglês sem Fronteiras.
Para mais informações ou em caso de dúvidas, entre em contato através do e-mail isf.ufs@gmail.com pela página no Facebook.
Coordenadoria do Programa Inglês sem Fronteiras/UFS

Atualizado em: Qui, 10 de novembro de 2016, 13:09

terça-feira, 7 de julho de 2015

Reflexão: um ano vivendo como pibideira


Reflexão: um ano vivendo como pibideira


Olá gente quero transmitir a todos vocês que também são blogueiros, a imensa gratificação que tenho pela professora e coordenadora do nosso pibid Simone Lucena .A mesma não negou a nenhuma de suas alunas a participação no eixo de formação do professor e tecnologias, confesso não era e nem sou ápta no mundo virtual, mas o que importa mesmo é que tive a oportunidade de participar do projeto, e que ninguém nasceu sabendo, por essa razão, não vivo desestimulada, estou incluída, porque posso aprender, e como sou insistente, não desisto até conseguir, para isso trabalhamos em grupo, um fortalecendo o outro, e assim passamos pelas escolas, com o intuito de transmitir conhecimentos e absorver também.
Durante esses 12 meses fazendo parte do pibid, pude perceber, que não é, nada fácil também, ser um bom professor, para isso é preciso garra, determinação, busca em querer aprender, pesquisar, e sempre está por dentro de tudo que acontece em nosso redor, vivendo nossas práticas, no eixo, tornei mais experiente e certa de como seriam minhas aulas no estágio, além disso espantei o fantasma do medo ou da timidez quem sabe, pois ficar em frente a uma turma de mais de 20 alunos é complicado, mas na verdade tudo não passa de meras ilusões, afinal tudo acaba dando certo, basta nos prepararmos quando for executar algum trabalho em sala de aula ou a um ambiente qualquer, como por exemplo : uma entrevista de emprego.
Nossas praticas, foram bastante proveitosas de conhecimentos, e especificações, fizemos curso, com certificado com uma carga de 180 horas, executamos diversas atividades para trabalhar em sala de aula, fazemos relatórios de tudo que executamos, durante o projeto, além de ler textos na inspiração de nossos trabalhos, sem contar a apresentação de trabalhos, provenientes de nossas ações, seja nos encontros na universidade ou na área de ensino, tudo acompanhado de um cronograma do qual não podemos falhar. Ah, já ia me esquecendo das oficinas que realizamos a pouco tempo atrás, é, tivemos a chance de se passar por professor, e encontrar uma maneira de interagir com os alunos do sexto ano , os quais nos receberam super bem, além do enorme apoio que tivemos da professora de historia Iraci da escola Nestor carvalho, que por sinal é também nossa supervisora do pibid, mas precisadamente do meu grupo, os outros grupos participam de outras escolas com outras supervisoras, mas que supostamente está havendo uma troca.Assim, podemos conhecer e analisar as formas de trabalhos, tanto da escola 30 de agosto quanto da Eduardo Silveira.
Bem, por hoje é só, convido a todos, para expor suas ideias, e acrescentar outras experiências, praticas, que acabei não citando acima.
Ok, pessoal , estou aguardando novas postagens................


Resumo: Alfabetização- método sociolinguístico


Resumo: Alfabetização- método sociolinguístico
Na verdade esse tema aborda diversos trechos, na compreensão de alfabetizar, utilizando de ferramentas indispensáveis para o desenvolvimento do educando. Para entender melhor o texto de Paulo freire, que também se depara com a participação de outros autores, os quais ajudam ao leitor a pensar em diversas maneiras de metodologias, principalmente aquele que está se especializando para ser um profissional capacitado.
Ao longo do texto, pude perceber que vários de seus tópicos dizem a mesma coisa e achei melhor especificá-los de forma suscinta, em que falarei de cada um, mas diretamente, são eles:
3.1 Concepção sociolinguística do método Paulo Freire de alfabetização
- codificação
Descodificação
Analise e síntese
Fixação da leitura e escrita
3.2 Escolha das palavras geradoras
3.3 Fundamentos sociológicos do método Paulo freire, nos passos da “codificação” e da “ descodificação” da palavra geradora
3.4 Fundamentos linguísticos do método Paulo freire: evolução da escrita, fonética e fonologia, sistema gráfico e ortográfico e aspectos linguísticos da psicogênese da língua escrita, no passo de analise e síntese da palavra geradora
4 Como implementar o método sociolinguístico de alfabetização: consciência social, silábica e alfabética
4.1 Sugestões preliminares para a prática de alfabetização
4.2 Orientação para implementar o método sociolinguistico de alfabetização atraves da palavra geradora
Desenvolvimento das atividades para alfabetização
  1. Nas unidades de alfabetização


  1. A palavra geradora ESCOLA
  2. As atividades didáticas de nível pre- silábico
  3. As atividades didáticas de nível silábico
  4. As atividades didáticas de nivel alfabético.
Segundo ao que foi estudado é que Paulo freire tem a esperança na inclusão social, para que os analfabetos tenham domínio em ler e escrever, assim torna-se cidadãos participativos, há inúmeras atividades essenciais de alfabetização, assim como os conteúdos sociológicos e linguísticos que são adquiridos na descrição e releitura, utilizando níveis pre-silabico, silábico e alfabético, esses métodos designam da palavra geradora atraves da decomposição das silabas e combinação, em que são geradas novas palavras.
Quando pensamos em codificação, logo temos a ideia de produzir mensagens , expresso da palavra geradora, por meio da oralidade, desenho, dramatização, mimica, música e de outros códigos.
Já a descodificação diferente de decifração dos signos, está ligada a leitura, ou releitura da realidade para compreender o mundo, em busca da discussão critica e do subsiduo do conhecimento universal, como na ciência, arte e cultura.
O ideal é procurar analisar e sintetizar a palavra escrita da palavra falada, na divisão de outras palavras em silabas, na apresentação de suas famílias silábicas, levando o alfabetizando a entender os processos e os significados das palavras.
Fixar a leitura e a escrita também são muito importantes para a revisão da analise de silabas, fazendo descobertas, usando fichas, no intuito de formar novas formas de aprendizagem, entendendo as frase e textos com leitura e escrita significativa.
A palavra geradora busca suprir as necessidades impostas em que são colocadas para o educando aprender, ela requer que as pessoas insistam em torna-se leitores de mundo e sinta-se como qualquer outro, não como seres desfavorecidos só porque são analfabetos. As atividades orais asseguram palavras geradoras lidas a um texto comunicativo, descrito pela pesquisa linguística, sofrendo mudanças , no espaço, tempo, e nas camadas sociais e de individuo para individuo, apresentando relações entre letras e sons.
No texto observamos as ideias de outros autores, apoiados por Paulo freire:
“ O processo de alfabetização, qualquer que seja sua metodologia ou proposta, exclui os passos da “codificação” e da” descodificação”, iniciando-se unicamente pela letra, pela silaba ou pela palavra, pela frase, ou ainda pelo texto, tornar-se-a- mecânico, porque tal método ou didática, excluem a reflexão sobre a sociedade e o momento histórico em que estão inseridos”(smolka 1988).
Assim ganha a relevância a dimensão discursiva da alfabetização, que funda e transforma a relação de ensino na escola. O professor pode elaborar e realizar diversas atividades seguindo a estrutura do método Paulo freire, partindo dos conhecimentos e experiências dos alunos, que favoreçam a capacidade de refletir e de conscientizar-se, criando espaços da interação social na sala de aula.
Enfim, os passos da codificação e descodificação desenvolvem pela competência comunicativa do aluno, atraves dessas linguagens, em especial a oralidade, constituem articulação para analise da palavra geradora escrita e não só estratégia para a conscientização dos alfabetizandos.
Embora a preocupação em alfabetizar, fica bem claro no texto em alguns momentos, podemos observar que a escola publica ainda passa por inúmeros fracassos na aprendizagem dos educandos, e que não estão preparados em níveis de escolaridade, ou seja, muitas vezes passam de ano por causa da idade e vão para uma outra série em que desconhecem o assunto, afinal ainda não aprenderam e por essa razão não podem ainda avança-los.
Em adultos analfabetos, notamos as características dessa fase, quando decifram o nome do ônibus, os letreiros, as palavras “hospital”, “globo”, agem com uma certa autonomia, sem pedir para os outros lerem para eles, são manifestações do variado grau de letramento que a criança e o adulto analfabeto, já apresentam, pois não são totalmente iletrados.
Na verdade para facilitar na aprendizagem dos alunos em ler e escrever é indispensável também que o alfabetizador conheça as características sociolinguísticas, fonéticas e fonológicas, ou seja entender a realidade do aluno, de acordo com sua fala e classe social, valorizar o sutaque de sua língua.
O processo de alfabetização não é nada fácil, por isso que o alfabetizador precisa está motivado, além a competência, no que for ensinar, como todos já sabem inicialmente o professor introduz as letras, partindo do alfabeto, em que essas letras podem ser tiradas de revistas, panfletos publicitários, utilizando atividades de pintar, espaços entre palavras, identificação, recorte e colagem de letras entre outras.
Com as diversa letras, podemos brincar de fichas de descobertas, motivando o discente a participar da aula, despertando, seu ato poder de curiosidade, veja o exemplo retirado do texto lido:
Analise: ES-CO-LA
AS- IS - ES – US- OS
CA- QUI- QUE- CU- CO
LA- LE-LI- LU-LO
  1. I- E –U -O


Sintese:


COLA CALO LEQUE QUIOSQUE
CUECA LUA ELE AQUILO CAQUI


A faixa etária dos alfabetizandos, é possível alfabetizar tanto crianças como adultos, daí a semelhança e as coincidências dos exercícios desenvolvidos, as atividades de nível pre-silabico, explora a relação som, grafia, afim de auxiliar a criança e o adulto a fixarem que a letra qual som, as atividades silábicas mostram os alunos que grafam apenas uma letra para cada silaba pronunciada, já as atividades de nível alfabético, visam aprimoramento das habilidades de leitura e de escrita significativas.